Água é essencial para o desenvolvimento saudável das crianças

2 de março de 2016 - Por: Redação

Você sabia que a composição corporal do corpo de um bebê chega a 78% de água nos seus primeiros dias de vida e de 65 a 70% nos seus primeiros meses? Por isso mesmo se para os adultos beber água é essencial, para as crianças uma boa hidratação é ainda mais importante. “Um bebê desidratado é um bebê em risco. A água mantém desde o turgor da pele até os níveis de  consciência do ser humano”, é o que ressalta o endocrinologista pediatra Dr. Mauro Scharf Pinto, do Hospital Nossa Senhora das Graças.

Não existe um número mágico da quantidade correta para a criança beber água, mas, segundo o especialista, o importante é que ela consuma sempre um balanço positivo de líquidos, capaz de repor suas perdas ocorridas pela respiração, pela transpiração, pelas fezes e pela urina.

Água para a mamãe

Enquanto são bebês em fase de amamentação, os filhos conseguem ingerir a quantidade necessária de água por meio do leite materno, não havendo a necessidade de água extra, chás ou sucos. Após a introdução gradual de outros alimentos, a água pode fazer parte do cardápio.

Por isso quem deve ficar atenta com a quantidade de água que ingere são as mamães e isso começa desde a gestação. “Mães desidratadas poderão fornecer menos leite e prejudicar o ganho de peso, crescimento e desenvolvimento dos seus bebês”, alerta o doutor Mauro.

Eu quero!

Vamos combinar que não é fácil criar o hábito de beber água nas crianças. Para que isso aconteça de forma mais tranquila é importante manter o líquido sempre ao alcance das mãos e oferecer água com frequência quando a criança estiver acordada. Nos dias de calor e praia a atenção deve ser redobrada, para evitar a desidratação.

Algumas dicas importantes devem ser observadas:

1) A água deve ter uma procedência confiável, ser preferencialmente filtrada ou fervida;

2) Prefira água ao invés de sucos e, quando consumir sucos, prefira os naturais como os de frutas frescas batidas com água, também de boa origem. Cuide com os sucos de alguns estabelecimentos que podem não usar água de boa procedência e favorecer dessa forma a contaminação que pode levar a gastroenterites;

3) Não espere a criança sentir sede. Adiante-se e ofereça água com mais frequência. Lembre-se que a sede já pode ser um sinal de desidratação;

4) A boca seca, os olhos fundos ou encovados, a respiração rápida, o cansaço e a ausência da urina (ou fraldas secas por muito tempo, no caso de bebês), são sinais de desidratação. Fique sempre atenta a esses sinais e procure um médico pediatra em caso de dúvidas.

Related Post


Viver no digital

Loading...