Incontinência urinária: Chega de medo

Incontinência urinária afeta pessoas de todas as idades e pode ser tratada em todas as fases da vida

22 de maio de 2018 - Por: Redação

Foto: Divulgação

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Pular, espirrar, tossir ou até mesmo soltar aquela gargalhada pode ser um fator de limitação para o seu dia a dia? Então, continue lendo e não fique com vergonha. Afinal, esse problema chamado incontinência urinária atinge aproximadamente 13 milhões de mulheres em todo o Brasil.

A incontinência urinária é uma condição que afeta a qualidade de vida e compromete o bem-estar físico e emocional. Ela é a perda involuntária de urina pela uretra, que pode ser contínua ou em gotas causada por pequenos a grandes esforços. “A pessoa não controla e acaba ficando com medo de rir ou de se agachar, por exemplo. Ela passa a sofrer, sua autoestima fica baixa, fica angustiada e pode até desenvolver depressão”, comenta a Dra. Josleide Baldim Hlatchuk, fisioterapeuta da Fisio Global. “Recebo muitas mulheres de diferentes faixas etárias na clínica que têm diversos medos em decorrência do problema. Algumas têm medo de cheirar mal, outras abandonam as atividades esportivas ou ginásticas e até mesmo modificam sua forma de vestir”, complementa.

Não existe fase da vida ou classe social para o problema. Ele pode estar relacionado ao uso de medicamentos, à infecção urinária, ao intestino preso, à obesidade ou a problemas hormonais. “Tudo isso pode afetar ou agravar a incontinência urinária, mas uma das principais causas é a fraqueza muscular, já que os músculos que seguram a bexiga já não atuam mais de forma ideal”, explica a fisioterapeuta. “Na maioria dos casos, as perdas urinárias são ignoradas, simplesmente, pela falta de informação quanto á doença, sua progressividade e as formas de tratamentos que podem resultar na melhora e até mesmo em sua cura.”

Os exercícios de fisioterapia ajudam no fortalecimento e treinamento da musculatura do assoalho pélvico. “O tratamento é realizado com exercícios específicos e também com aparelhos de eletroestimulação e biofeedback para fortalecer a região”, esclarece Josleide. A especialista diz ainda que, depois das sessões no consultório, a mulher pode e deve continuar fazendo as atividades prescritas, porém sempre com orientação profissional, pois se realizados de maneira errada podem aumentar o problema.

Existem alguns tipos de incontinência urinária, que pode ser por incontinência por esforço, bexiga hiperativa idiopática e incontinência urinária mista. “Seus sintomas e causas variam, mas o tratamento é similar em todos os casos, devolvendo o bem-estar emocional e físico para quem procura alternativas para se curar”, finaliza Josleide.  

 

FIQUE ATENTA AOS SINTOMAS

# Liberação involuntária de urina, especialmente ao tossir, espirrar ou rir

# Necessidade incontrolável de urinar durante o dia ou a noite

# Esforço ao urinar e uma sensação de que a bexiga não está vazia

# Vazamento de urina durante o sono

 


JOSLEIDE BALDIM HLATCHUK

Fisio Global

Rua Mal. José Bernardino Bormann, 966 | Batel

(41) 3339-7951

 

 

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