Neurologia: a sua aliada para uma vida saudável

Você não precisa morrer de medo de ir ao neurologista. A dica é ficar atento a determinados sintomas

2 de outubro de 2017 - Por: Redação

Mente sã, corpo são. O ­filósofo romano Juvenal foi o primeiro a fazer essa relação e ela persiste até hoje. Mas, então, por que nos preocupamos tanto em cuidar do corpo e, muitas vezes, nos esquecemos da cabeça? Uma possível resposta talvez seja o medo ou pré-julgamento de procurar um neurologista. “Diferentemente do que pensa a maioria das pessoas, o neurologista não é ‘médico de louco’. Neurologia é uma especialidade que trata de dores de cabeça, epilepsias, problemas de sono, tremores, doenças musculares. Muitas pessoas têm receio pois acham que tratamos doenças comportamentais como esquizofrenia, transtorno afetivo bipolar, depressão e estresse. O especialista que se ocupa dessas doenças é o psiquiatra”, explica Bruno Esmanhotto, neurologista do CINP – Centro Integrado de Neurologia do Paraná.

A neuropediatra Virginia Baggio e o neurologista Bruno Esmanhotto desmistificam a neurologia (Foto:Mariana Barcellos)

A neuropediatra Virginia Baggio e o neurologista Bruno Esmanhotto desmistificam a neurologia (Foto:Mariana Barcellos)

 

É NORMAL TER DOR DE CABEÇA?

Algumas situações podem sugerir algo mais sério, como aquela dor que aparece de forma súbita e intensa, a mudança no padrão (a pessoa tinha uma vez por mês e passa a ter duas vezes por semana), se vem acompanhada de perda de visão, de força muscular ou de consciência ou, ainda, se a dor de cabeça começa após os 50 anos de idade.

DÁ PARA PREVENIR UM AVC?

Bruno Esmanhotto explica que o AVC é uma doença secundária. “A maioria dos episó- dios de AVC poderia ser evitada se fossem tratadas as causas”, diz. A mais comum é a hipertensão arterial sem tratamento, outras seriam o tabagismo e doenças cardíacas sem tratamento.

MAS QUAIS OS SINAIS DE ALERTA?

Fique atento se houver confusão mental, alteração no jeito de falar ou não compreensão do que é dito; visão alterada de forma rápida, em um ou nos dois olhos; equilíbrio alterado, descoordenação, tontura, alteração no jeito de andar; ou ainda fraqueza, formigamento ou adormecimento de rosto, braço ou perna, especialmente se for apenas de um lado do corpo.

PARA AS CRIANÇAS

A neurologia pediátrica também tem espaço no CINP. Isso porque muitas síndromes e transtornos podem ser diagnosticados precocemente e terem os sintomas amenizados com o tratamento e o acompanhamento de profi­ssionais especializados. Na infância, as causas mais comuns para que se procure um neurologista pediátrico são o atraso na fala, indicativo de doenças tanto da fala como de comportamento, a dor de cabeça e transtornos de aprendizado. “Bebês ou crianças que apresentem movimentos repetitivos, alterações no olhar, tremores, rigidez de membros ou de todo o corpo também devem ser encaminhados a um neurologista para excluir crises epilépticas, distúrbios de movimento, entre outras causas”, orienta Virgínia Baggio, neurologista pediátrica do CINP.


CENTRO INTEGRADO DE NEUROLOGIA – CINP

R. Euclides da Cunha, 588 – Batel

(41) 3343-3615

cinp.com.br

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