Um refúgio para a terceira idade

Aquela visão de abrigo de idosos como um abandono da família não precisa mais existir

15 de setembro de 2017 - Por: Redação

Dr.ª Rosangela Alencar: “Aqui no Lar o idoso se sente amparado, seguro e sabe que nunca vai estar sozinho” (Foto: Jessica Bruning)

Dr.ª Rosangela Alencar: “Aqui no Lar o idoso se sente amparado, seguro e sabe que nunca vai estar sozinho” (Foto: Jessica Bruning)

Todos imaginamos viver saudavelmente até o ­fim, sem precisar de ajuda de ninguém, de forma ativa e feliz. Porém, a realidade pode ser diferente. “Não temos como negar que o nosso corpo tem limites. Muitos idosos percebem as limitações chegando, mas escondem. É quando acontecem os pequenos acidentes, que podem ter graves sequelas, como subir em um banco para pegar uma panela, cair e fraturar o fêmur, ou esquecer o fogão aceso”, alerta a Dra. Rosângela Sambati Alencar, fi­sioterapeuta e gerontóloga do Lar de Maria.

Esqueça aquela ideia de casa de repouso como um lugar onde os mais velhos ­cam abandonados pelas famílias, sem nada para fazer, apenas esperando sua hora chegar. Lá o que eles ganham é vida, amor, novos amigos e cuidados. “É comum o familiar achar que mantendo o idoso em casa, com cuidadores, estará seguro, porém se esquece da solidão. Aqui promovemos o relacionamento e a comunicação interpessoal, permitindo a descoberta de uma nova sociabilização e o restabelecimento da con­ança e autoestima”

Portanto, pode esquecer a culpa caso você trabalhe o dia todo e não consiga dar a atenção necessária caso seus pais precisem tomar remédios em horários regulares, por exemplo. É preciso agir pensando em proteger o idoso. “A inversão de pápeis na relação ­lhos e pais não é fácil, pois temos uma visão que nossos pais são super-heróis e é complicado vê-los tão dependentes, tendo que assumirmos tarefas como ajudar no banho, trocar fraldas, controlar medicação, alimentação, entre outras”, complementa.

EM MOVIMENTO

No Lar de Maria ninguém fica parado. Há festas e serestas semanalmente, além de atividades diárias para estimular a parte física, as memórias e as emoções, como musicoterapia, arte- -terapia e conversas em grupos com psicólogas. “Além de papoterapia, pois todo idoso gosta de ser ouvido e conversar”, lembra Dra. Rosângela.

FAMÍLIA PRESENTE

Filhos, netos, amigos… Todos que queiram fazer companhia e participar da vida do idoso têm livre acesso ao Lar de Maria. “Sempre estimulamos a presença dos familiares, não só nas festas, mas no dia a dia também, respeitando o bom senso, claro.”

EQUIPE UNIDA

Além de cuidadoras 24 horas, no Lar de Maria há fisioterapeuta, gerontólogo, psicólogas, musicoterapeuta e professora de canto e ioga.

SEMPRE ATIVO

O idoso precisa manter a cabeça trabalhando, mesmo quando o corpo já não responde como gostaria. “Sempre trabalhamos a autonomia, estimulando-as a tomar decisões nem que sejam pequenas — o que vestir ou o alimento de sua preferência, por exemplo”.

 

ALÉM DO CUIDADO

Atualmente as ILPIs (Instituição de Longa Permanência para o Idoso), de um modo geral, estão avançando com o intuito de oferecer muito mais que uma simples acomodação para o idoso. Por isso, tenha paciência para visitar e compare o que cada residencial tem para oferecer. “O Lar de Maria foi concebido levando em consideração uma regra simples que adotamos em nossa família: não faça com os outros o que não gostaria que ­zessem com você. Tendo isso muito transparente em nosso coração, não poupamos esforços para fazer do Lar de Maria uma extensão do lar original de cada hóspede, oferecendo além de instalações seguras e confortáveis (pois todos os nossos quartos são suítes climatizadas), espaços bem de­nidos para a prática de exercí- cios f ísicos e cognitivos, atividades diferenciadas e, claro, muito amor”, ­naliza Dra. Rosângela.


RESIDENCIAL E CENTRO-DIA LAR DE MARIA

Av. Getúlio Vargas, 2601 | Água Verde

(41) 4116-0116

lardemaria.com.br

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