Eles amam viver Curitiba

Como você vive Curitiba? Fizemos esta pergunta para alguns curitibanos

14 de dezembro de 2016 - Por: Thaynara Oliveira


A capital das quatro estações em um dia se destaca por oferecer várias possibilidades de estilos de vida. Seja na área gastronômica, cultural ou até nos esportes. Embarque nos depoimentos dos nossos entrevistados e aproveite para viver Curitiba do seu jeito

 

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(Foto: Fernanda Seavon)

 

“A diversidade e a pluralidade são fortes características da capital. Ainda que não seja o grande chamariz, não é mais possível omitir esse fato. Ela tem muitas caras. Diferentes Curitibas formam esta grande cidade. O convívio com a arte me proporciona apreciar e conhecer um pouco de cada faceta. Os espaços voltados à arte e à cultura, as pessoas que produzem e que criam, o público consumidor, a inovação e a tradição, a elite e a rua. Esses são alguns pontos que me fazem sentir a anatomia artística de uma cidade em movimento constante. Entre consonâncias e dissonâncias, reflito. Aceito. Gosto dos opostos, do contraste e das coisas que parecem não combinar. Para mim, elas são complementares e é disso que eu me alimento em Curitiba. Como artista e como filha da terrinha, vivendo entre o cinza e o sol.”

Iria Braga, atriz e apresentadora do programa É-Cultura

 

comportamento_ledinara

(Foto: Fernanda Seavon)

“Eu vivo uma Curitiba doce e gostosa. Aprendi a amar a cidade pela sua gastronomia, mais especificamente seus cafés e confeitarias. No meu trabalho, estou sempre em busca das novidades gastronômicas e cada vez me apaixono mais pela cidade. Temos a gastronomia de praticamente o mundo todo, o que nos permite viajar por meio da comida e dos doces. Além disso, o clima da cidade ajuda a vivê-la com ainda mais intensidade. Para os dias mais gelados, podemos tomar Sopa de Brigadeiro. No calor temos uma confeitaria de gelatos italianos. Não é preciso ir para outros países para encontrar doces importados, pois temos uma loja que é praticamente a Disney das guloseimas. Ao meu ver, para cada estado de espírito, Curitiba se mostra ainda mais gostosa.”

Ledinara Batista, assessora de imprensa e fundadora do blog Férias Now

 

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“Viver em Curitiba é único! Vivo numa cidade gelada, muito mas muito fria, quase sempre nublada, o povo fechado e do famoso sotaque Leite Quente. Mas mesmo assim consigo praticar o esporte que eu mais amo, a canoagem polinésia ou a canoa havaiana. É um esporte novo aqui no Paraná, eu fui o pioneiro e trouxe para cá em outubro do ano passado. A ideia era pegar alguns amigos do Stand Up Paddle e remar com a canoa para evoluir nos treinos, mas tudo foi mudando e o esporte cresceu tanto que eu tive que alugar uma casa, montar uma escola e comprar mais três canoas. Hoje todos os dias tem alunos remando aqui, já remamos com temperaturas de -6º e continuamos firmes e fortes. Agora com a volta do verão, os frequentadores estão voltando muito rápido ao Passauna Paddle Club.” Naideron Jr., fotógrafo

 

comportamento_mariana

(Foto: Fernanda Seavon)

“Meu pai é arquiteto e minha mãe é chef, então desde pequena eu via eles pesquisando lugares novos e legais para ir. Com isso, fui criando o hábito de descobrir novidades bacanas por aí. Sempre que eu encontro um lugar diferente e que eu gosto, compartilho no Instagram. Graças ao perfil, que surgiu em 2013 por conta de um freela para uma empresa de pesquisa de tendências, eu acabo recebendo muitas dicas das pessoas. Antes eu achava que só no centro dava para encontrar lojas, cafés e restaurantes legais, mas agora sei que tem muita coisa interessante dentro dos bairros. Eu tento caminhar bastante para ficar de olho no que acontece na cidade. Tento ir às feiras de ruas, pelo menos duas vezes por semana. Geralmente vou às quintas na Praça do Japão e aos sábados no Passeio Público para tomar café da manhã.”

Mariana Smolka, coolhunter e criadora do Instagram CuritibaCool

 

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“A vida de músico me faz viver muitas coisas pela cidade. Principalmente o lado gastronômico. Eu estou sempre andando de um lado para o outro, então sempre que dá tempo eu gosto de passar em uma feira para comer um pastel, nem que seja de manhã. Outra coisa que acontece por causa da banda é que eu acabo conhecendo o cardápio de vários bares e restaurantes em que tocamos. Então meio sem querer fazemos um turismo gastronômico por Curitiba. O legal daqui é que existe comida para todos os gostos e de todos os preços. Ultimamente veio essa onda de ter bares na rua, alguns com música ao vivo e de graça. Eu tenho aproveitado muito isso também, porque é como um evento cultural. Além de que, não tem filas e não é preciso se comprometer em ficar a noite inteira em um lugar só. Parece que os curitibanos abraçaram mesmo esse estilo de programa, o que eu acho ótimo.” Eduardo Machado, baixista da banda Milk’n Blues (Foto: Fernanda Seavon)

 

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