Maureen Miranda: minha arte é para todos

Em meio a diversos projetos, a atriz não deixa mostrar seu talento em Curitiba

24 de março de 2017 - Por: Revista Viver

entrevista_maureen miranda

 

Com um currículo recheado de trabalhos incríveis, responder a pergunta Quem é Maureen Miranda? é um tremendo desafio. Em uma pausa entre um trabalho e outro, conversamos com a atriz sobre seus novos projetos e os planos para o futuro.

Nascida em Pato Branco, mas criada em Paranaguá, Maurren ganhou destaque nacional com a novela “I Love Paraisópolis”. Já em Curitiba, mantém um ateliê de moda com coleções ilustradas a mão.

Você é atriz, ilustradora, diretora teatral, figurinista, artista plástica. Como consegue conciliar todos esses papéis?

Sou muito organizada e sigo à risca minha agenda diária. Todos os trabalhos que executo são sazonais, isto é, não é sempre que todos estão em ação. Acabei de finalizar o figurino da peça Tom, de Marcos Damasceno. E agora por exemplo, o que mais tenho feito é atuar e ilustrar.

As novelas da Globo são uma referência e, provavelmente, muitos atores tenham o sonho de trabalhar em alguma. Como é para você estar no elenco da próxima trama das 23h?

Também é um sonho para mim, ainda mais contracenando com a mestra Suzana Vieira, que sabe tudo.

Você pode adiantar algo sobre essa novela?

Ainda não sei muita coisa, apenas que terá duas fases e eu estou nas duas! O tema é a ditadura militar e farei a empregada da Suzana, meu nome será Dolores Santana.

Como está sendo a experiência de ilustrar um livro de poemas da Letícia Spiller? Pode nos falar algo a mais sobre essa obra?

Lele (Letícia Spiller) foi o presente que ganhei para vida toda em “I Love Paraisópolis”, ela é uma grande artista. A ideia surgiu através do nosso amigo em comum, James McSill, que ministra um grupo de artistas no qual fazemos parte, o GENOMA. O livro ainda está em fase de criação, mas posso adiantar que serão confissões da autora.

Qual é a história do filme “Atira-te ao Rio” que você gravou em Portugal, também com a Letícia?

A direção deste filme é de Carla Bolher (que também faz parte do Genoma). É a história de duas imigrantes, eu e a Simone Spoladore, que moram em Portugal e as dificuldades que passam por lá. Minha personagem é artista de rua e a da Simone trabalha em um restaurante que dá nome ao filme. Já a Lele faz uma mulher de caráter duvidoso.

Como foi gravar esse curta e quando ele será lançado?

Foi uma experiência incrível, emocional. Fizemos tudo na raça, com a cara e a coragem, guerreira de nós mesmas. Será lançado este ano.

Ao mesmo tempo que você anda rodeada de globais e de glamour, você tem uma barraca na Feira do Largo da Ordem, que é a cara de Curitiba! Como é trabalhar lá?

Acho um glamour ter barraca na Feirinha do Largo (risos). Meu marido Neco Yaros fica lá mais do que eu. Euamo dormir até tarde no domingo e quase não consigo acordar para acompanha-ló, mas sempre que posso vou. Me encanta o contato direto com as pessoas e levanto a bandeira de que minha arte é para todos.

Quais são seus próximos projetos?

Além da novela e do livro da Lele, no início de Maio serão lançados 14 livros do projeto Genoma, todos ilustrados por mim. Também tem a peça Doroteia, na qual serei a Das Dores, atuando novamente com a Lelê, Rosa Maria Muritinho. E direção do Farjalla. Neco, meu marido, também vai tocar nessa peça.

 

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