3 informações essenciais sobre mamografia

Saiba o que é, como funciona e quem solicita o exame

23 de outubro de 2014 - Por: Redação

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1. O que é mamografia

A mamografia é uma radiografia das mamas, realizada com um aparelho especial que produz baixa dose de radiação. Hoje existem três tipos de mamografia: convencional, que utiliza ainda o filme radiográfico; a digital 2D, que podemos ver no computador; e a digital 3D ou tomossíntese, que permite uma avaliação tridimensional da mama. Todas as modalidades de mamografia são indicadas para a detecção precoce e para a avaliação de lesões mamárias, com a vantagem de a tomossíntese detectar mais lesões e defini-las melhor. Existem alguns exames que complementam a mamografia, como a ultrassonografia e a ressonância magnética, essas inclusive são as opções indicadas para as mulheres mais jovens.

2. Quem solicita o exame

O mais comum é o que médico ginecologista solicite, mas qualquer especialidade pode solicitar dependendo da necessidade do paciente; por exemplo, o geriatra e o médico da família. O exame é indicado em exames de rotina, anualmente, para todas as mulheres acima de 40 anos. Se a paciente tiver um risco maior para câncer de mama, como aquelas com histórico familiar, podemos começar a fazer antes, mas nunca antes dos 25 anos. O médico radiologista atua na etapa do diagnóstico da doença e é capaz de detectar por meio da mamografia cânceres muito pequenos e não palpáveis pelo médico ou pela paciente. A detecção precoce facilita no tratamento e reduz o número de mortes pelo câncer.

3. Como funciona

Durante a mamografia, as mamas ficam comprimidas. Essa compressão é fundamental para que a paciente não se movimente e para que se possa afastar as estruturas e detectar as pequenas lesões. Devido a essa compressão, o exame pode ser um pouco desconfortável para pacientes com mamas sensíveis. Para essas mulheres recomenda-se fazer o exame fora do período pré-menstrual, quando aumenta a sensibilidade mamária. Para avaliar as mamas com prótese são necessárias manobras especiais para poder comprimir o parenquima e por isso são feitas mais duas imagens de cada mama. Mas a mamografia deve ser feita nessas pacientes por ser o único exame que detecta microcalcificações agrupadas e que muitas vezes é o primeiro sinal do câncer inicial.

 

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