Como o esporte ajudou Joyce Mara a superar o câncer

Conheça a história dessa vitoriosa, que este ano foi uma das condutoras da Tocha Olímpica

22 de outubro de 2016 - Por: Redação

 

Entrevista_Joyce

Foto: Bruno Santos

 

A administradora Joyce Mara Angelo Costamilan descobriu o câncer de mama ao realizar exames anuais e, como o diagnóstico foi precoce, o tratamento foi rápido e eficiente. Além da família e amigos, o exercício físico, principalmente a corrida, a ajudou a passar por esse período. Este ano Joyce teve uma surpresa e foi convidada a conduzir a Tocha Olímpica em Curitiba! Conheça melhor a história dessa vitoriosa.

 

Quando você descobriu que estava com câncer? Como foi receber essa notícia?

Descobri o câncer de mama num exame anual. De início foi um susto e tanto, nem sabia como reagir, afinal, na família ninguém havia passado por isso. Até por isso, nunca imaginei que eu poderia ter câncer de mama, pois não fazia parte do chamado “grupo de risco”. Tanto que algumas vezes até deixei de fazer o acompanhamento anual.

 

Qual foi o seu maior apoio durante o tratamento?

Em primeiro lugar com certeza minha família e depois minha oncologista. A família passou segurança e apoio o tempo todo, com amor e cumplicidade. A minha médica desde o início me passou tranquilidade, explicando minuciosamente todo o processo, em uma linguagem fácil de entender e sempre deixando bem claro os procedimentos e passos do tratamento.

 

Na sua opinião, qual a importância do diagnóstico precoce?

Simplesmente é essencial. O meu diagnóstico foi precoce e, com isso, o tratamento menos invasivo, com menos efeitos colaterais e acabou em 6 meses. Sem muito sofrimento. Imagina se eu tivesse deixado de fazer a revisão anual, certamente o câncer teria se desenvolvido e o tratamento seria bem mais doloroso, com chances de passar para outros orgãos…

 

Como foi carregar a tocha olímpica e o que isso representou para você?

Foi a melhor sensação da minha vida, depois do nascimento dos meus filhos. Impossível descrever a emoção. Logo que cheguei ao meu ponto de partida, fui rodeada por diversas pessoas, que eu nem conhecia, todos querendo tirar selfie comigo e com a tocha, gritos e aplausos. Foi uma honra muito grande, ainda mais porque eu pratico corrida, então, isso coroou com chave de ouro a minha trajetória como corredora amadora de rua. Aliás, foi a atividade física que me ajudou a passar rapidamente e quase sem sofrer, pelo processo de tratamento do câncer. A endorfina que é lançada no corpo quando a gente faz qualquer tipo de exercício físico, mantém a imunidade alta e dá um gás sensacional!

 

 


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