5 mitos sobre a moda sustentável

O que é verdade ou mentira no movimento de moda consciente

24 de outubro de 2018 - Por: Redação

BLUSA NÓ (1)

A indústria da moda é a terceira mais poluente do planeta, no entanto muitas marcas estão pensando em como diminuir esse impacto na produção. Apesar de o movimento ter crescido, ainda existem mitos e dúvidas acerca do slow fashion. Confira agora cinco curiosidades para perder de vez o preconceito e se jogar nessa moda!

1. A moda sustentável é cara

Antes de mais nada, é preciso entender o custo de toda cadeia produtiva, a matéria prima orgânica chega a ser 50% mais cara que uma não orgânica e a mão de obra é remunerada de forma justa, recebendo até 2 vezes mais. Por esse motivo, a moda sustentável se torna um pouco mais cara que outras marcas tradicionais, mas nem tanto quando consideramos todo processo por trás de uma peça.

2. Moda sustentável não tem referência de passarela.

Não necessariamente. Certamente existem marcas adeptas do movimento slow-fashion, onde as peças são mais atemporais ou básicas, mas há também outras marcas que se incluem referências dos principais desfiles internacionais em suas coleções.

3. Consciência no consumo.

A moda sustentável minimiza os impactos causados ao meio ambiente, mas ainda gera. O uso de agrotóxico é menor ou até nulo, a emissão de CO2 também é reduzida, mas é impossível não ter impactos. Cada escolha gera um impacto na natureza, é importante ser consciente. É melhor consumir moda sustentável do que tradicional.

4. A qualidade dos tecidos é inferior.

Também é um mito pensar que a qualidade do produto é inferior por conta da matéria prima. Na verdade é justamente ao contrário. As peças são pensadas para serem duráveis e não gerar consumo desnecessário, como nos Fast-Fashions. Os produtos são feitos com material selecionado e de alta qualidade para as peças terem caimento perfeito no corpo do consumidor e durarem por mais tempo e gerar menos lixo.

5. Se a matéria prima é sustentável está tudo certo

Ter matéria prima sustentável é um bom caminho, mas existem muito mais coisas a serem consideradas. A sustentabilidade vai além do tecido. É importante se preocupar com toda a cadeia de produção. Matéria-prima, processo produtivo, mão de obra, retalhos à retribuição ao planeta, em ações socioambientais.


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